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Elephant Walk de França e Reino Unido reúne helicópteros em Wattisham no Exercise Pinion Titan

Dois pilotos militares caminham em pista ao lado de helicópteros de ataque estacionados sob céu claro.
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Elephant Walk em Wattisham: demonstração de helicópteros e cooperação

Como parte de uma demonstração das suas capacidades de asas rotativas, os Exércitos da França e do Reino Unido realizaram um Elephant Walk que reuniu uma variedade de helicópteros, incluindo AH-64 Apache, Gazelle, Wildcat e Chinook. A atividade ocorreu na Base Aérea de Wattisham, em Suffolk, e, segundo comunicados oficiais, teve como objetivo central reafirmar a capacidade de ambos os países de atuarem de forma integrada em uma força única e de contribuir para a defesa coletiva no âmbito da OTAN.

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Exercise Pinion Titan e a 1st Aviation Brigade: números e composição da força

Ao detalhar o evento, o Exército Britânico informou que, no Elephant Walk, participaram ao todo oito Apache, dez Wildcat, dois Chinook e quatro Gazelle. Esse conjunto integra uma força mais ampla que, no momento, participa do Exercise Pinion Titan, exercício que envolve até 50 helicópteros, 1.000 veículos e cerca de 2.000 soldados sob o comando da 1st Aviation Brigade do Exército. O contingente ampliado também inclui a Força Aérea Real (RAF) e o Exército dos EUA, além de militares franceses do Exército Francês (Armée de Terre).

Com base em declarações oficiais do Brigadeiro Nick English, comandante da 1st Aviation Brigade: “O desfile aéreo é uma demonstração impressionante de força e prontidão. Preparar quatro tipos diferentes de aeronaves para voarem juntas é uma conquista significativa de engenharia e logística. Isso mostra a nós - e a quaisquer potenciais adversários - que possuímos o trabalho em equipe e a coordenação necessários para operações reais de combate.” Vale lembrar que o Exercise Pinion Titan é apresentado como o ápice de um processo mais amplo de modernização iniciado em 2020, que resultou na criação da própria 1st Aviation Brigade - hoje integrando diferentes tipos de drones e sistemas avançados de comunicações, o que a torna uma das formações mais capazes dentro da Aliança.

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Organização do exercício: fases, deslocamentos e missões simuladas

Sobre a condução do exercício, que seguirá até o fim do mês, a programação começa com uma etapa inicial de treinamento na Base Aérea de Wattisham, onde as forças estão sendo organizadas em dois grandes grupos de batalha liderados pelos 3rd e 4th Regiments do British Army Air Corps. Concluída essa fase, as unidades serão redistribuídas para bases no norte da Inglaterra, que servirão como pontos de partida para as operações. A partir daí, as plataformas executarão missões de treinamento no espaço aéreo escocês, incluindo ataques simulados contra alvos de artilharia inimiga e instalações, em apoio às forças terrestres.

Participação francesa: integração e interoperabilidade com aliados

Pelo lado francês, o Capitão Damien, oficial responsável pelo contingente enviado para a ocasião, afirmou que esta é a primeira vez que muitos de seus soldados se integram a uma força combinada ao lado de aliados britânicos e americanos, o que torna o exercício uma oportunidade relevante para compartilhar procedimentos e, assim, fortalecer a interoperabilidade no futuro. Em suas palavras: “Para a maioria dos soldados, é a primeira vez trabalhando com forças aliadas, mas podemos ver que França e Grã-Bretanha compartilham uma cultura militar comum. Isso levará a uma integração fluida e ao desenvolvimento de uma força conjunta com fortes capacidades táticas.”

Créditos da imagem: Exército Britânico

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