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Sudeste amplia liderança na aviação brasileira em 2026

Jovem com mochila e passaporte em aeroporto, com avião e painéis de voos ao fundo.

A região Sudeste reforçou sua posição de liderança na aviação brasileira ao longo dos cinco primeiros meses de 2026. De janeiro a maio, os aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo contabilizaram 26.257.910 passageiros embarcados em voos domésticos e internacionais - uma elevação de 4,83% frente ao mesmo intervalo de 2025.

Esse desempenho é o mais alto já observado para o período desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em 2000. Também é a primeira vez que o Sudeste ultrapassa 26 milhões de passageiros embarcados nos cinco primeiros meses do ano.

Somente em maio, a região somou 5.228.571 embarques, registrando alta de 2,43% em comparação com o mesmo mês do ano passado e estabelecendo, igualmente, um novo recorde para maio.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, os números evidenciam a relevância estratégica do Sudeste para a integração do transporte aéreo no país. “O Sudeste concentra alguns dos principais aeroportos do país e exerce um papel fundamental na conectividade aérea do Brasil. Quando ampliamos a capacidade desses terminais e fortalecemos a infraestrutura aeroportuária, facilitamos o deslocamento de pessoas, estimulamos o turismo, os negócios e tornamos o país cada vez mais conectado aos mercados internacionais“, afirmou.

Aviação brasileira no Sudeste: avanço em 2026

Mesmo com o mercado doméstico respondendo pela maior parcela da movimentação aérea regional, foram os voos internacionais que tiveram o crescimento mais forte no acumulado do ano.

Entre janeiro e maio, os aeroportos do Sudeste apuraram 5.230.847 passageiros embarcados em voos internacionais, o que representa um avanço de 7,64% sobre o mesmo período de 2025. Trata-se do melhor resultado da série histórica para os cinco primeiros meses do ano e da primeira ocasião em que a região supera a marca de 5 milhões de embarques internacionais no período.

Voos domésticos e internacionais

Nos voos domésticos, o total chegou a 21.027.063 passageiros embarcados, com crescimento de 4,15% na comparação anual. Esse volume também configura um recorde para o intervalo e, pela primeira vez, passa de 21 milhões de embarques.

Em maio, os dois segmentos também atingiram máximas para o mês. Os voos domésticos contabilizaram 4.256.741 passageiros embarcados, alta de 1,85%, enquanto os internacionais somaram 971.830 embarques, com crescimento de 5,03%.

Aeroportos que sustentam a movimentação

O resultado do Sudeste é puxado pelos principais aeroportos do Brasil, que concentram parcela relevante das conexões nacionais e internacionais.

No acumulado do ano, o Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) se manteve como o mais movimentado do país, com 9.442.459 passageiros embarcados. Em seguida, aparecem Congonhas (SP), com 4.948.392, e Galeão (RJ), com 4.037.961.

Também ganharam destaque os aeroportos de Confins (MG), com 2.549.443 passageiros, e Campinas (SP), com 2.466.096, reforçando o Sudeste como o principal centro de distribuição de voos do Brasil.

Contribuição dos aeroportos regionais

Além dos grandes hubs, terminais regionais ajudaram a compor o desempenho da aviação na região. Entre eles estão Vitória (ES), com 746.163 passageiros embarcados; Uberlândia (MG), com 230.006; São José do Rio Preto (SP), com 166.543; Ribeirão Preto (SP), com 156.473; Montes Claros (MG), com 59.891; e Presidente Prudente (SP), com 43.510 embarques.

Ao todo, 36 aeroportos do Sudeste registraram operações regulares de passageiros entre janeiro e maio, evidenciando a capilaridade da malha aérea regional e sua importância para a integração do transporte aéreo nacional.

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