Relatório entregue pela ANA e próximos passos do projeto
A ANA – Aeroportos de Portugal, empresa do grupo VINCI Airports, entregou ao Ministério da Infraestrutura e Habitação, em 16 de julho de 2026, o Relatório de Engenharia, Custos e Construção referente ao novo aeroporto internacional Luís de Camões, em Lisboa.
O material reúne os estudos iniciais já concluídos, abrangendo o programa funcional, a capacidade operacional, a conectividade multimodal e as soluções estruturais pensadas para o longo prazo.
Até o fim de julho, a Avaliação de Impacto Ambiental será encaminhada à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e ao Governo, seguindo o cronograma definido no contrato de concessão. Depois da avaliação dessas etapas, será iniciada a fase de detalhamento do projeto de arquitetura e das engenharias.
Com a entrega dos relatórios, a ANA e a VINCI reforçam a intenção de desenvolver um aeroporto moderno, competitivo e sustentável, que funcione como uma nova porta de entrada internacional de Portugal e ajude a impulsionar o desenvolvimento econômico do país.
Investimentos da VINCI Airports na modernização da rede aeroportuária
Ao mesmo tempo, a VINCI Airports continua com um programa amplo de investimentos voltado à atualização da infraestrutura aeroportuária em todo o território português. Em Lisboa, entre as intervenções em andamento, estão a construção do novo píer sul, a renovação do píer central, a ampliação do pátio de estacionamento de aeronaves do Terminal 2 e melhorias na área de controle de fronteiras.
No Porto, as prioridades incluem a reabilitação completa da pista, a modernização do terminal e do centro de controle operacional. Já em Faro, nos Açores e na Madeira, também estão previstas expansões e atualizações.
Como será o aeroporto internacional Luís de Camões, em Lisboa
O projeto do novo aeroporto mobiliza uma equipe multidisciplinar com mais de 250 engenheiros, especialistas e técnicos ambientais. O aeroporto Luís de Camões é apresentado como um marco internacional por combinar tecnologia avançada, inovação operacional e sustentabilidade ambiental. Com capacidade inicial para 56 milhões de passageiros por ano, a estrutura deve se tornar um vetor relevante para a expansão do transporte aéreo em Portugal nas próximas décadas.
Planejado para figurar entre os aeroportos mais avançados do mundo, o complexo terá duas pistas, 120 posições para aeronaves, 194 totens de autoatendimento para check-in e um terminal com aproximadamente 500 mil metros quadrados. Soluções tecnológicas inovadoras foram previstas para tornar as operações mais eficientes e elevar a experiência dos passageiros.
Integrado a uma rede multimodal, o aeroporto será conectado à terceira ponte sobre o rio Tejo, à rede ferroviária de alta velocidade e a novas ligações rodoviárias, ampliando a conectividade territorial.
Nicolas Notebaert, diretor executivo de Concessões da VINCI e presidente da VINCI Airports, afirma: “Com este avanço significativo, damos um passo fundamental na preparação do futuro aeroporto de Lisboa, enquanto continuamos investindo fortemente na infraestrutura atual do país. A VINCI Airports reafirma seu compromisso em aplicar sua expertise e capacidade de investimento para atender às ambições de Portugal, desenvolvendo plataformas aeroportuárias modernas, competitivas e sustentáveis, capazes de acompanhar o crescimento da mobilidade, apoiar o desenvolvimento econômico e contribuir para a transição ambiental do país.”
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário